Quarta-feira, 27 de Agosto de 2008
Rua Teófilo Braga
RUA TEÓFILO BRAGA Situada na Urbanização da Quinta da Capela, a rua Teófilo Braga, nasce na rua das Forças Armadas e vai terminar no largo de acesso à rua Coronel Albano Rodrigues. Aquando da atribuição de topónimos à urbanização da Quinta da Capela, foi escolhido entre outras figuras relevantes da história de Braga, o nome do polígrafo português Teófilo Braga (Joaquim Fernandes Teófilo Braga), que nasceu em Ponta Delgada, Açores em 1843, e que faleceu em Lisboa, em 1924. Poeta, filósofo, polemista, folclorista, crítico e historiador literário, republicano, que pela sua acção influiu poderosamente na vida cultural e politica do País, entre parte do final do século XIX e até à vintena do século XX. Ao levarmos hoje ao publico ledor destas crónicas sobre as ruas de Braga, e agora que se está a aproximar o primeiro centenário do advento da República Portuguesa, não podemos deixar de assinalar que após a instauração do novo regime, Teófilo Braga, foi o Presidente do primeiro Governo Provisório Republicano e que, mais tarde (1915), exerceu a magistratura suprema da Nação. Teófilo Braga, também entrou na plêiade de intelectuais que em 1865 que tomou parte na diatribe provocada pela carta-posfácio em que António Fernandes Castilho, à poesia de Pinheiro Chagas, “Poema da Mocidade, ao qual Antero de Quental respondeu, “ruidoso acontecimento que deu origem, como ponto de partida para a implantação do realismo em Portugal”, - realismo “atitude prática de quem encara de frente a realidade, evitando que abstrações ou fantasias intervenham na sua conduta”, e que deu em resultado o que essa questão resposta se viesse a intitular como uma atitude de “Bom Senso e Bom Gosto”. Também incluiu o seu nome nas célebres reuniões, organizadas por Antero de Quental, as “Conferências Democráticas do Casino Lisbonense”. Membro correspondente da A. P. L., deixou, entre outras, uma vasta obra literária da qual podemos destacar como as principais, “Folhas Verdes” (1859), “Visão dos Tempos” (1864), “Tempestades Sonoras” (1864). Poesia : “História da Poesia Popular Portuguesa” (1867), “O Cancioneiro Popular” (1867), “O Romanceiro Geral” (1867). “Contos Tradicionais do Povo Português” (1883) : folclore. “História da Literatura Portuguesa” (1870), “História do Teatro Português” (1870/1871), “As Modernas Ideias na Literatura Portuguesa” (1892), história literária. Braga, 19 de Junho de 2008 LUÍS COSTA


publicado por Varziano às 16:50
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